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Recuperando-me
Hoje meu dia terminou com a reflexão sobre algo antigo, mas que me surpreendeu muito.
Eu senti medo.
E antes que me perguntem por que tanta surpresa diante do medo, eu direi:
Sabe quando algo faz parte de seu dia-a-dia de tal forma que você acaba se acostumando?
Sabe quando você se pega admirado quando esse “algo” não acontece?
Imagine um determinado assunto que está sempre na mídia?
Violência.
Que permeia nosso cotidiano de tal forma que parece que já não nos indignamos com ela.
É comum ouvir uma história de assalto aqui e outra ali.
É comum que os ouvintes afirmem que “é isso mesmo”, “é daí pra pior”...
Mas não devemos deixar de nos indignar.
Outro dia no trabalho uma menina me disse:
“todos os dias quando volto pra casa de ônibus, escondo meu celular com câmera e mp3 dentro da blusa e deixo o outro velhinho na bolsa, pra o caso do ladrão me assaltar e não me bater por não ter nada pra ele roubar...”
Pensei comigo: Como é que pode?!
Hoje as pessoas trabalham e pensam no que vão “reservar” para o “assalto”.
Diante disso percebi que havia perdido a capacidade de me indignar com o que acontecia ao meu redor.
As histórias de assaltos e assassinatos que ouvi todos os dias já não me provocavam arrepios.
Eu estava aceitando, assim como essa menina do trabalho.
Somente quando me percebi possível personagem de uma dessas histórias, senti o medo de volta, e recuperei a indignação.
Não me recordo bem onde e nem quando ouvi essa frase, mas acredito que seja muito oportuna para essa reflexão:
Não devemos perder a capacidade de nos indignar.
O dia de hoje me trouxe de volta esse sentimento.
Hoje recuperei a minha indignação diante das loucuras do cotidiano.
Eu senti medo.
E antes que me perguntem por que tanta surpresa diante do medo, eu direi:
Sabe quando algo faz parte de seu dia-a-dia de tal forma que você acaba se acostumando?
Sabe quando você se pega admirado quando esse “algo” não acontece?
Imagine um determinado assunto que está sempre na mídia?
Violência.
Que permeia nosso cotidiano de tal forma que parece que já não nos indignamos com ela.
É comum ouvir uma história de assalto aqui e outra ali.
É comum que os ouvintes afirmem que “é isso mesmo”, “é daí pra pior”...
Mas não devemos deixar de nos indignar.
Outro dia no trabalho uma menina me disse:
“todos os dias quando volto pra casa de ônibus, escondo meu celular com câmera e mp3 dentro da blusa e deixo o outro velhinho na bolsa, pra o caso do ladrão me assaltar e não me bater por não ter nada pra ele roubar...”
Pensei comigo: Como é que pode?!
Hoje as pessoas trabalham e pensam no que vão “reservar” para o “assalto”.
Diante disso percebi que havia perdido a capacidade de me indignar com o que acontecia ao meu redor.
As histórias de assaltos e assassinatos que ouvi todos os dias já não me provocavam arrepios.
Eu estava aceitando, assim como essa menina do trabalho.
Somente quando me percebi possível personagem de uma dessas histórias, senti o medo de volta, e recuperei a indignação.
Não me recordo bem onde e nem quando ouvi essa frase, mas acredito que seja muito oportuna para essa reflexão:
Não devemos perder a capacidade de nos indignar.
O dia de hoje me trouxe de volta esse sentimento.
Hoje recuperei a minha indignação diante das loucuras do cotidiano.